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Penadinho Vida

"Pedro Eduardo" (2018-04-01)

In risposta a Nutri Turbo consumo
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estantes colecionadorEntrando no comentário da Elektra, ela foi uma miniatura que acabou decepcionando um pouco, principalmente adagas meia tortas, fiquei com receio de tentar desamassar e quebrar, relaxaram um pouco na pintura dela. Apesar desses detalhes ainda estou adorando a coleção e entre tantas miniaturas pequenos detalhes passam despercebidos.

Gosto também de fotografias individuais das miniaturas e um cenário legal acaba valorizando as mesmas. Conheci via internet Hugo Barros, do interior de São Paulo, um verdadeiro artista na confecção de dioramas (maquetes) fiéis à escala 1:64 e mesmo fez para mim todos os dioramas que tenho. Faço também uns vídeos bem amadores a partir dessas fotos e de vez em quando os publico no Youtube. Em busca de aperfeiçoar algumas miniaturas conheci alguns talentosos customizadores, seja de rodas (substituição por rodas de resina fiéis aos modelos) ou de transformação na pintura da miniatura, onde se destaca trabalho do amigo Leo Campos de BH que tem dom de envelhecer os carros e com isso fazer uma personalização do carro.

Dito isso, é possível chegar à conclusão de que talvez público das revistas esteja sendo perdido, graças a uma nova forma de consumir as histórias em quadrinhos? Talvez. Creio que isso seja um problema da geração atual, que tem como hino imediatismo.

A ideia de um serviço de assinatura de livros não é exatamente nova. Quem foi criança na década de 70 ou 80 talvez se lembre do Círculo do Livro. Criado em 1973, Círculo era uma editora que enviava aos assinantes, periodicamente, uma revista promocional com informações sobre acervo e lançamentos. Quem participava tinha de escolher um determinado número de livros e os recebia em casa. As obras eram de alta qualidade, tanto editorial quanto gráfica, e os preços ficavam abaixo dos valores praticados na época.

Mas ainda sim, não há dúvida de que as miniaturas são carro chefe da Funko. Exibidas com orgulho por colecionadores de todas as idades e gostos, estes bonecos tem sua vida útil maximizada quando são guardados devidamente Estantes Colecionador em prateleiras, estante para bonecos e armários próprios para disposição de colecionáveis. Isso garante que as miniaturas não sejam expostas demasiadamente ao sol, poeira e demais possíveis agentes corrosivos que acabam por desgastar sua coleção.

Na IMAGEM 9 temos guarda roupa em si. Ele é com quatro portas de correr e note que as estruturas verticais também são com 3.6cm (lembra que eu disse que madeiras grossas dão mais imponência)? As prateleiras internas brancas são de 1.5cm já que as roupas são leves. Não necessitam serem grossas e nem ter ferro dentro. Veja que há espaço para sapatos, calças, gavetas, e nichos diversos que atendem meu gosto particular e as roupas que eu tenho em casa.

5 The Complete Calvin & Hobbes. As tirinhas são sem comentários: quando era GURI, recortava elas do jornal pra guardar. Quando foi lançado, gastei todo meu salário líquido" do mês para fazer a compra. Tive que ir ao Banco do Brasil mendigar um aumento no limite do meu cartão precisava de mais CINQUENTA REAIS.

Às vezes me bate a vontade de entender a psicologia do colecionismo. que leva pessoas a quererem juntar, e geralmente ostentar que juntaram, todas as coisas que fazem parte de uma série, um conjunto, um agrupamento. motivo de aquilo ser uma coleção pode ser evidente - todos os números de uma coleção de gibis - ou só existir na cabeça da pessoa. Como fui afetado pelo colecionismo desde cedo, queria entender inclusive por que tem pessoas que não fazem coleção de nada.

Death Note ( original por favor) é uma das histórias mais geniais que eu já tive prazer de conhecer. É inteligente, bem escrita, complexa e eu sempre desconfiei que não daria certo como filme, tanto que ainda não me atrevi a ver a versão japonesa de 2006 , mas, por alguma razão que eu não vou saber explicar, decidi dar uma chance para filme da Netflix. Eu me dei um tempo, não fui correndo ver assim que lançou e esperei estar pronta para ver filme longe de preconceitos, expectativas e de amor pelo original. Já aviso que não adiantou muita coisa. Escrevo bastante abaixo mas não vou nem mencionar whitewashing que é só mais um no mar de problemas que foi essa adaptação.

Abaixo, segue uma das entrevistas que fiz para a matéria, com escritor e roteirista Ivan Jaf, autor do lançamento Dom Casmurro, da Editora Ática. Além de adaptar Dom Casmurro, Jaf transpôs para os quadrinhos histórias Cortiço, Guarani, A Escrava Isaura e Memórias de um Sargento de Milícias. Também adaptou obras de Edgar Alan Poe, Julio Verne e E.T.A. Hoffmann, entre outros.

Afinal, reunir em uma única coleção as cerca de 500 HQs escritas e desenhadas por Carl Barks - Homem dos Patos", criador do Tio Patinhas e celebrado em todo mundo como maior quadrinhista Disney de todos os tempos -, com tanto apuro gráfico e editorial, foi um presente tão inesperado quanto valioso para os fãs brasileiros, até então acostumados a ver apenas leitores de outros países serem brindados com publicações desse naipe.

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ISSN: 1234-1235