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A Diferença Entre SSD Empresarial E Cliente

"Pedro Lorenzo" (2018-06-08)

In risposta a Nutri Turbo consumo
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A Kingston especifica seus SSDs de forma muito conservador e não é incomum visualizar-se descrições com MTBF mais altos em SSDs; é primordial notar que 1 milhão de horas é um ponto inicial mais do que bastante para SSDs empresariais. O monitoramento e relatórios S.M.A.R.T. SSDs classe empresarial permitem que o mecanismo seja com facilidade examinado antes da falha para a promessa de existência com apoio no fator de amplificação de gravação atual (WAF) e grau de desgaste.


Avisos de antevisão de falhas para circunstâncias como perda de energia, erros de bits ocorrendo pela interface física ou distribuição irregular de desgaste frequentemente assim como são suportados. O Gerenciamento de SSD Kingston podes ser baixado no web site da Kingston e utilizado pra acompanhar o status de uma unidade. SSDs pra freguêses podem exibir só um efeito S.M.A.R.T. SSD durante o emprego regular ou pós-falha. Dependendo da categoria do aplicativo e capacidade do SSD, uma superior inteligência de reserva da memória flash NAND também podes ser alocada como um provisionamento extra (OP) de capacidade ociosa.


Continuar onde moravam poderia levar à morte - o que ocorreu com 1 milhão de etíopes após uma queda no volume de chuvas em 1984. E a previsão é de que as secas se intensifiquem. O aumento da temperatura global alimentou a evaporação no solo de países como a Austrália. A chuva gerada nesse vapor caiu em outras regiões, e o consequência são solos mais áridos.


Para piorar, ainda mais moramos em cidades, onde a água fica poluída. "Precisamos ser mais seguros com nossos recursos", diz Michael Hayes, diretor do Centro Nacional de Mitigação da Seca, dos EUA. As usinas nucleares são seguras. E estão ficando mais seguras ainda. Entretanto algo a toda a hora pode doar incorreto. Acesse qual é o pior episódio possível. Desde que o primeiro reator nuclear começou a gerar eletricidade, em 1951, houve apenas um acidente sério - em Chernobyl.


Pelas piores estimativas, ele causou quatro 000 mortes. É bastante. Porém é muito menos que as 300 1 mil pessoas que morrem a cada ano devido à poluição gerada na queima de combustíveis fósseis. Estatisticamente, as usinas nucleares são a forma mais segura que existe de gerar energia. E elas estão ficando mais seguras. Em 1990, os reatores espalhados pelo mundo apresentavam em média 1,8 scrum (desligamento não-programado, geralmente acionado pelos sistemas de urgência do reator) a cada sete 000 horas de operação. Hoje, essa taxa é 0,5. Aproveitando a oportunidade, olhe também esse outro website, trata de um cenário relativo ao que escrevo por esta postagem, podes ser útil a leitura: Clique Na Seguinte PáGina Do Website. Quer dizer: as usinas estão funcionando muito melhor que no passado. Ok. Neste instante diga isso para os japoneses, que estão vendo seu país defrontar uma decadência nuclear.


O risco de acaso nunca é zero. O pior que poderia acontecer, pro mundo, seria um incidente delicado nas usinas de Kursk, Smolensk e Leningrado, na Rússia. Ao todo, elas possuem 11 reatores do tipo RBMK-1 mil - o mesmo que era usado em Chernobyl. A dificuldade está na chamada contenção, uma suporte de aço e concreto que envolve o reator nuclear - e que os RBMK (sigla em russo que significa reator de alta potência) simplesmente não possuem.


"Ele é um prédio comum, aberto", explica Fernando Carvalho, professor de engenharia nuclear da UFRJ. Isso significa que, se o reator explodir, poderá lançar grande quantidade de equipamento na atmosfera. Foi o que aconteceu em Chernobyl, onde se formou uma nuvem radioativa que viajou 2 000 km e chegou até a França. Nas além da conta usinas nucleares, que possuem estruturas de contenção do reator, seria árduo ocorrer um vazamento tão amplo. O ponto mais sutil de todo reator nuclear, seja ele do tipo RBMK ou dos padrões BWR (boiling water reactor, usado no Japão) e PWR (pressurized water reactor, caso de Angra 1 e 2), é o sistema de refrigeração.


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O reator precisa ganhar água corrente, que é bombeada por favor um sistema elétrico. Ele não podes permanecer sem refrigeração em conjectura nenhuma. Desse modo, as usinas tomam precauções extremas. Se faltar eletricidade, entra em ação um sistema de backup. "As usinas de Angra possuem quatro geradores a diesel cada uma. É quatro vezes mais do que seria necessário", confessa Laércio Vinhas, diretor de segurança da Comissão Nacional de Energia Nuclear. No Japão, esses geradores a diesel foram danificados pelo tsunami - e os reatores ficaram sem refrigeração adequada.


O combustível nuclear (no caso das usinas japonesas, pastilhas de urânio) continua liberando calor, mesmo se o reator for desligado. Se não houver refrigeração, a temperatura sobe perigosamente - em meia hora, passa do grau normal (285º C) para mais de 800 graus. No momento em que o calor chega a 1200º C, o revestimento das pastilhas derrete. Isto libera hidrogênio - um gás altamente inflamável, responsável pelas explosões em Fukushima.


Se nada for feito, a temperatura continua subindo, há liberação de gases radioativos e, a 1800º C, o cilindro de metal que protege o reator começa a se desfazer. Depois de 3 dias, o calor podes regressar a 2400º C - quando o respectivo urânio começa a derreter. Entretanto por que o Japão construiu uma usina nuclear perto da costa, em uma região vulnerável a tsunamis? Devido a da água. Muitos dos 442 reatores existentes no planeta estão localizados perto do mar ou de rios - propriamente pra que tenham um fornecimento abundante de água. Os reatores mais modernos possuem sistemas de refrigeração passivos, quer dizer, que funcionam mesmo se houver falha total nas bombas elétricas e nos geradores a diesel.


O pior pesadelo nuclear seria um combate armado. Simulações feitas por duas universidades americanas indicam que um conflito nuclear entre Índia e Paquistão deixaria doze milhões de falecidos. Os incêndios resultantes das explosões lançariam 5 milhões de toneladas de fuligem na atmosfera. Isso bloquearia divisão da iluminação solar, esfriando o planeta em 1,25º C e reduzindo as chuvas em 9%. "As plantações cresceriam mais devagar, e as colheitas seriam abreviadas.



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ISSN: 1234-1235